Ao pensar em destinos culturais da Europa, logo imaginamos cidades com um imenso patrimônio histórico, museus, teatros e edificações antigas. Mas peraí! Essa descrição corresponde a praticamente qualquer metrópole europeia, não é mesmo?

Por isso, tentei ir além do sentido tradicional de história e arte para criar essa listinha. Escolhi cidades que, mais do que construções históricas ou instituições artísticas, hoje têm uma identidade quase palpável formada por manifestações culturais muito particulares daquele lugar.

Seja pelo modo como a inovação urbana dita o ritmo de vida local, seja pela maneira como a sua personalidade é influenciada pelo correr de um rio, essas cidades têm um conjunto harmônico de características próprias que as tornam díspares de todas as demais.

Especial Melhores Destinos da Europa: Urbanos | Aventura | Praia | Vilarejos | Culturais | Gastronômicos

 

Barcelona (Espanha)

Essa é a cidade onde não se fala espanhol, mas, sim, catalão. É também capital da região mais rica da Espanha, a Catalunha, e que há tempos reivindica sua independência. Barcelona é um pólo arquitetônico, cultural e político dos mais importantes e apaixonantes da Europa.

Tudo o que pode ser visto por aqui, do templo da Sagrada Família ao estádio Camp Nou, tem características singulares. Para completar, Barcelona ainda é banhada pelo Mediterrâneo, o que garante passeios e descanso à beira-mar.

Copenhague (Dinamarca)

Quantas nuances podem existir na capital de um país de apenas 5 milhões de habitantes? Copenhague é a terra dos contos de fadas, e também dos castelos e palácios. Abriga parques de diversões seculares, assim como uma importante comunidade hippie.

É pioneira no uso das bicicletas como meio de transporte e referência mundial em design escandinavo. Portuária, universitária e alto astral. Quem se aventura em conhecer a capital da Dinamarca descobre e vivencia tudo isso em um lugar só.

Budapeste (Hungria)

A capital da Hungria é uma daquelas cidades das quais não temos muitas referências, mas que basta chegar para se apaixonar. Grande parte do deslumbre provocado por Budapeste tem relação com o Danúbio, o rio que corta a cidade em duas, Buda e Peste.

De cada lado, construções imponentes, como o Parlamento e o Castelo de Buda, deixam qualquer um de queixo caído. Mesmo em termos de descanso, Budapeste surpreende. Aqui está um dos mais importantes conjuntos de banhos termais do mundo.

Roma (Itália)

Não é por acaso que existe a expressão “todos os caminhos levam a Roma”. Para quem preza por história e arte, a antiga capital do Império Romano é o destino perfeito. Se o Coliseu e o Fórum Romano são as ruínas mais conhecidas, é a Galleria Borghese que reúne o melhor das pinturas e das esculturas.

Jogar uma moedinha na Fontana di Trevi é clichê obrigatório, assim como receber a benção do Papa no Vaticano. Entre uma e outra visita, um descanso nas piazzas e uma pizza al taglio.

Cracóvia (Polônia)

As atrações de Cracóvia são tão diversas que, mesmo não sendo a capital da Polônia há mais de 400 anos, essa ainda é a cidade mais interessante do país. O centro histórico, Patrimônio da Humanidade pela Unesco, está entre os mais belos do continente.

João Paulo II, o Papa Pop do século 20, iniciou sua carreira religiosa nessa cidade. E foi aqui também que Oskar Schindler salvou mais de 1000 judeus da morte. Por último: é nos arredores de Cracóvia que está o Campo de Concentração de Auschwitz.

 

 

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