Cada país europeu tem metrópoles que nos encantam, seja por seus centros históricos carregados de memória, por seus marcos arquitetônicos ou por peculiaridades da vida cotidiana naquele local. Mas algumas cidades em particular tem uma efervescente cena artística, uma variada oferta de lazer ou uma cultura alternativa, o que fazem delas os melhores destinos urbanos da Europa.

Essas cidades, mais do que qualquer coisa, nos atraem por sua capacidade de se reinventar e por se apresentar aos nossos olhos de turistas sob uma nova perspectiva. Pode ser um destino óbvio, como Londres, ou uma intrigante novidade, como Hamburgo, mas a certeza é surpreender e ir além das nossas expectativas.

Confira a nossa seleção de alguns dos melhores destinos urbanos no Velho Continente.

Especial Melhores Destinos da Europa: Urbanos | Aventura | Praia | Vilarejos | Culturais | Gastronômicos

 

Londres (Inglaterra)

O título de cidade global não é por acaso. Boa parte do que de mais influente acontece no mundo, acontece primeiro em Londres. A efervescência cultural, o extenso circuito de lazer e o tempero de povos de todas as partes do mundo se combinam com o classicismo inglês numa mistura perfeita.

Quem visita a capital do Reino Unido tem a chance de viver um pouco de tudo. Visitar os palácios, conhecer os museus (a maioria gratis!), comprar nos mercados de rua, passear nos parques, beber nos pubs. As possibilidades em Londres são tantas que seria necessário uma vida inteira para aproveitar tudo o que a cidade tem a oferecer.

 

Amsterdã (Holanda)

Amsterdã, conhecida por seus canais, pontes e bicicletas, figura entre as cidades mais singulares da Europa.

Não bastasse esse cenário típico, a capital holandesa abriga também importantíssimos museus de arte e de história, como o Rijksmuseum e a Casa de Anne Frank.

E ainda por cima, os holandeses parecem ter uma anteninha para tudo que é vanguarda.

Para alguns turistas, a irreverência da legalização da maconha e da prostituição servem como um atrativo a mais. De fato, conhecer coffee shops e passear pelo Red Light District é, no mínimo, uma experiência bastante curiosa.

 

 

 

 

 

São Petersburgo (Rússia)

A antiga capital da Rússia é o destino que melhor traduz a suntuosidade dos tempos do Império Russo. O legado de Peter, o Grande, imperador que fundou São Petersburgo no século 18, segue na cidade que ele batizou em sua homenagem.

Aqui você terá a chance de conhecer algumas das mais luxuosas construções do mundo, como o Museu Hermitage e o Palácio Peterhof.

Com uma pitada de influência escandinava contemporânea e uma dose da genuína vontade de diversão russa, São Petersburgo desponta como um lugar que vem se reinventando.

Tudo isso sob as luzes especiais das Noites Brancas, fenômeno de dias duradouros que acontece em meados de julho e julho.

 

 

Hamburgo (Alemanha)

Está mais do que na hora de turistas de outras partes do mundo conhecerem o potencial da portuária Hamburgo. A segunda maior cidade da Alemanha é uma espécie de pólo cultural e comercial do país e, portanto, repleta de atrativos.

A região de Reeperbahn é a garantia da autêntica cena alternativa alemã. O Fischmarkt, mercado de peixes e feirinha gastronômica, a diversão dos domingos de manhã. E o Speicherstadt, o surpreendente bairro dos armazéns de Hamburgo.

 

 

Estocolmo (Suécia)

Quatorze ilhas conectadas entre si formam a mais surpreendente capital dos países escandinavos: Estocolmo. Às margens do Mar Báltico, a cidade sueca não é conhecida por abrigar cartões-postais de nível mundial, mas sim, por ter um conjunto harmônico de atrações e um ótimo astral.

O lugar que talvez melhor traduza essa percepção é Gamla Stan, ilha que marca a fundação de Estocolmo e um dos centros históricos mais charmosos de toda Europa.

Já SoFo, ou South of Folkungagatan, é o bairro que sintetiza a fama de cool da capital sueca: cafés descolados, lojas boutique, restaurantes animados e muitas barbearias para os hipsters barbudos.

 

 

Especial Melhores Destinos da Europa: Urbanos | Aventura | Praia | Vilarejos | Culturais | Gastronômicos