Maior centro econômico e cultural da Hungria, Budapeste é um desses lugares instigantes, ao qual o viajante chega sem grandes expectativas e deixa completamente maravilhado, com vontade de voltar. A cidade ostenta a beleza clássica das capitais europeias ao mesmo tempo que surpreende por sua contemporaneidade: mercados gastronômicos gourmet, casas de banho turcas que à noite se transformam em balada e bares e restaurantes em prédios de demolição.

Sua rica e diversa história e as marcas dos acontecimentos do século passado se refletem no espaço e na cultura urbana, provocando um certo fascínio e até mesmo choques culturais.

As muitas atrações da cidade, inclusive várias consideradas Patrimônio Mundial pela Unesco, como o Castelo de Buda e a Praça dos Heróis, constituem uma longa lista de pontos turísticos a serem conhecidos. Mas a verdade é que Budapeste vai muito além disso: são as experiências que aqui você pode ter, como degustar a gastronomia exótica e relaxar nas águas termais, que tornam este um dos destinos mais interessantes do Leste Europeu.

 

Sobre Budapeste

Budapeste surgiu da unificação de duas cidades localizadas às margens do rio Danúbio. Na margem esquerda está Buda, a parte alta da cidade, onde antigamente vivia a nobreza, foi ocupada há mais tempo e, portanto, tem construções mais antigas. Do outro lado, na margem direita, Peste é a área plana, com uma história mais recente.

Existia uma terceira cidade, hoje um pouco negligenciada ao explicar a formação da capital húngara, mas também unificada no final do século 20: Obuda, que significa Old Buda, ou Buda Antiga. Hoje, essa região, também à margem esquerda do Danúbio, é considerado o terceiro distrito da cidade.

A história da Budapeste

Historicamente, Obuda era um assentamento de tribos celtas até a conquista dos romanos, no século 1 d.C., que ali estabeleceu Aquincum. Esse nome vem da palavra “aqua”, em referência aos diversos mananciais termais que ainda hoje conferem fama a Budapeste.

As sete tribos magiares, que derrotaram os romanos e colonizaram a região em 896 d.C., foram os fundadores do país e os responsáveis por edificar as outras duas cidades separadas pelo rio, Buda e Peste.

Durante a Idade Média, a história foi turbulenta. Depois de se consolidar como uma nação entre 1000 e 1222, a região foi invadida e devastada pelos mongóis. Durante a reconstrução, surgiu a nova Buda, substituindo a antiga e se estabelecendo como a capital do país.

Do século 14 ao século 16, houve grande desenvolvimento e prosperidade, até a invasão otomana em 1526. Os turcos se mantiveram o poder até 1686, quando foram derrotados pelos Habsburgos, da Áustria. Aí se iniciou outra vez um período florescente para a cidade, que, posteriormente, em 1873, já reunificada, seria uma das capitais do Império Austro-húngaro, junto com Viena. Nessa época, a indústria começou a se desenvolver em Peste, que passaria então a ser a parte mais povoada.

A Primeira Guerra Mundial trouxe o Estado Húngaro Independente e também a perda de dois terços do seu território (partes da Eslováquia, da Burgenland na Áustria, da Transilvânia na Romênia e da Croácia).

Já a Segunda Guerra Mundial iniciou anos sombrios: primeiramente, sob o comando dos nazistas e, logo depois, subjugada ao regime comunista durante 45 anos. A Revolução de 1956 foi um episódio marcante, que pôs fim a intervenção das tropas soviéticas, mas a liberdade e o fim do comunismo vieram somente em 1989.

Esse breve resumo da história local é fundamental para entender as construções e a disposição da cidade. É curioso observar que, mesmo depois de quase um século de unificação e de muita água correr sob suas pontes, os lados antes independentes ainda têm diferenças visíveis.

Caminhar pelas ruas de Buda e Peste, cruzar o Danúbio de uma a outra, entender como essas regiões se formaram e se desenvolveram é um dos grandes prazeres de se descobrir Budapeste.

As pontes de Budapeste

Divisor natural de Budapeste, o rio Danúbio pode ser atravessado por diversas pontes ao longo de seu percurso. Ao todo, são oito pontes na região central, que fazem parte do cenário e da história da cidade. Difícil dizer se são mais bonitas de dias, quando se pode observar cada mínimo detalhe, ou à noite, quando recebem uma iluminação especial.

Três pontes, em particular, chamam a atenção: a Ponte das Correntes, a Ponte Elizabeth e a Ponte da Liberdade. As mais antigas, conectam a região central da cidade e são a testemunha da modernização e do crescimento urbano no século 19. Todas foram destruídas durante a Segunda Guerra Mundial e posteriormente reconstruídas.

Ponte das Correntes (Széchenyi Lánchíd ou Chain Bridge)

Essa é, sem dúvida, a mais famosa delas e um maiores dos símbolos de Budapeste. Inaugurada em 1849, foi a primeira travessia permanente entre Buda e Peste, antes mesmo da unificação dessas cidades.

 Széchenyi Chain Bridge vista do alto da colina de Buda

Seus 375m de extensão são sustentados por duas torres e suas entradas são guardadas por duas estátuas de leões. Do lado Peste, está a praça Roosevelt, enquanto o lado Buda tem a praça Clark Ádám, nomeada em homenagem ao construtor da ponte e onde se encontra estação do funicular para acesso ao castelo.

Antigamente, por ser uma obra privada, eram cobrados impostos dos transeuntes para atravessar a ponte. Hoje, os turistas podem transitar tranquilamente e tirar muitas fotos, sem pagar um centavo. O design inglês e a cor esverdeada dão um tom muito fotogênico à ponte, que serve de terraço para os jovens verem o pôr do sol nos dias de verão. Para atravessá-la de ponta a ponta, demora 5 minutos e há faixas de pedestre dos dois lados, onde também transitam bicicletas.

Ponte Elizabeth (Erzsébet Híd ou Elizabeth Bridge)

Ponte Elizabeth, vista do trilho de tram

Ponte Elizabeth

Construída em 1903, essa ponte leva o nome da Rainha Elizabeth, carinhosamente apelidada de Sisi, uma personagem muito querida na Hungria. Imperatriz do Império Austríaco e rainha consorte da Hungria por seu casamento com o imperador Francisco José I, ela apoiou ativamente o acordo que deu origem ao Império Austro-Húngaro, que concedia maior autonomia aos húngaros sob domínio de Habsburgo. Na praça junto à entrada da ponte no lado Buda, há uma grande estátua de bronze da rainha.

 

Olhares atento observarão que a ponte, com o seu monumento alto, fino e branco, tem um quê de moderno, que parece não combinar muito com o estilo do final do século 19. Isso porque, lamentavelmente, a ponte não pode ser reconstruída em sua forma original depois de ter sido explodida no final da Segunda Guerra Mundial.

 

 

Ponte da Liberdade (Szabadság híd ou Liberty Bridge)

Ponte da Liberdade (Szabadság híd ou Liberty Bridge)

Ponte da Liberdade

Elevada com a tecnologia mais avançada da época e com as mesmas técnicas de ferro fundido usada na construção da Torre Eiffel em Paris, essa ponte de 1896 tem estilo Art Nouveau, com esculturas mitológicas no topo das suas torres: é o pássaro Turul, uma espécie de falcão, o animal mais importante na mitologia Húngara, que teria dado origem ao povo magiar.

Originalmente a ponte foi batizada em homenagem ao imperador, Francisco José, mas hoje conhecida como liberdade. É a mais curta das pontes, com cerca de 330 metros de extensão. Nas suas extremidades estão duas praças públicas, a praça Gellért, com o hotel e o spa homônimos, e a praça Fővám, com o grande mercado público.

 

 

 

 

O que fazer em Budapeste

Para ajudar você a descobrir as atrações imperdíveis de Budapeste, recomendamos primeiramente fazer um tour geral pela cidade e depois dedicar um dia a cada um dos seus lados, com seus respectivos atrativos. Um passeio pelo Danúbio também é imperdível e possibilita ver a cidade de um ângulo especial.

Free walking tour

Para começar a conhecer a cidade com o pé direito, já entendendo toda a história local, nada melhor do que fazer um tour pelos principais da cidade. Apesar do nome sugerir que o passeio é gratuito, ao final, é esperado que os turistas deixem uma gorjeta. A vantagem é que cada um contribui com o que deseja: uma sugestão seria entre 2000 e 3000 HUF por pessoa (de 28 a 43 reais). O passeio dura em média 3 horas e passa por pontos como: Basílica de Santo Estêvão, Academia de Ciência da Hungria, algumas pontes sobre o Danúbio, Citadela, Palácio Real e termina no Bastião dos Pescadores, de onde se tem uma das vistas mais lindas para o edifício do Parlamento.

Como os guias trabalham por gorjetas, eles procuram fazer do passeio um ótimo entretenimento e, por isso, vale muito a pena.  A desvantagem, no entanto, está na limitação dos idiomas (apenas inglês e espanhol) e na distância percorrida, para quem tem algum tipo de limitação física. O trajeto tem um total de 3km, com uma subida forte na parte Buda.

  • Disponibilidade de horário: diariamente às 10h30 e às 14h30
  • Ponto de encontro: Vörösmarty Tér (praça com uma grande fonte com leões, próxima da estação de metrô homônima, a última da linha M1)
  • Outros tours: A mesma empresa oferece passeios temáticos, sobre comunismo, arte urbana e o distrito judaico.
  • Para mais informações, consulte o site.

Passeio de barco pelo Danúbio

Percorrer as águas tranquilas do Danúbio é uma experiência incrível, principalmente à noite. No total, o passeio leva pouco mais de 1 hora, passando por vários dos monumentos comentados acima.

É difícil imaginar que este rio, de importante interesse comercial, atravesse o continente europeu de oeste a leste, passando por mais de 10 países – dentre eles: Alemanha, Áustria, Ucrânia e Eslováquia. Aliás, é comum ver grandes cruzeiros passando ou ancorados em suas margens.

O que fazer em Budapeste: passear de barco pelo Danúbio

Passeio de barco pelo Danúbio às 20h30, no verão

O que conhecer no lado Buda

Independente do free walking tour, começar o passeio pelas colinas de Buda leva o visitante a entender um pouco mais da dimensão e beleza de Budapeste. Muitos dos principais atrativos estão nesse lado da cidade e você poderá percorrê-los em uma única visita, se desejar. Estes são:

Castelo de Buda (Buda Castle)

O prédio mais icônico e simétrico da cidade fica no topo da Colina de Buda. Sua atual estrutura é resultado da última construção no século 18 com estilo neobarroco e mais de 200 cômodos.  Durante a Segunda Guerra Mundial o edifício foi bombardeado e parcialmente destruído, mas logo depois foi restaurado e hoje abriga a Galeria Nacional, o Museu de História de Budapeste e a Biblioteca Nacional.

Para quem tem pouco tempo no roteiro, o passeio nos entornos do castelo já é um grande atrativo. De lá, é possível ter uma vista panorâmica da Ponte das Correntes, do Parlamento e do Danúbio. Além disso, é possível ir caminhando até Bastião dos Pescadores por dentro do bairro, onde as ruas são de paralelepípedo, há pouco movimento de carro e vários cafés e restaurantes aconchegantes convidam para a pausa do almoço.

Para atravessar de Peste para Buda, a ponte mais próxima do castelo é a Ponte das Correntes. Ela irá te levar ao pé da colina onde está o castelo de Buda e de lá há duas opções para subir: de funicular ou a pé.

  • Endereço: Szent György tér 2, 1014 Budapeste

O que fazer em Budapeste: andar no antigo funicular da colina da Buda

O furnicular Budavari Sikló

Uma atração antiga da cidade, este meio de transporte foi construído em 1870. Depois de também ser destruído durante a Segunda Guerra Mundial, foi reconstruído e reaberto em 1986. O trajeto leva poucos minutos e percorre uma subida bem íngreme. Uma sugestão é comprar o bilhete para subir e descer caminhando.

O funicular custa 1.200 HUF (mais ou menos 17 reais) cada trecho, porém, quem gosta de caminhar e quer economizar, pode encarar a subida moderada, de aproximadamente 12 minutos. O valor do ingresso é para apenas uma viagem, mas há desconto ao comprar ida e volta juntos.

  • Endereço: Clark Ádám tér, 1013 Budapeste

 

 

 

 

Bastião dos Pescadores (Fisherman’s Bastion)

A poucos metro do Castelo de Buda, está o Bastião dos Pescadores, uma fortaleza com elementos arquitetônicos em estilo neogótico e neo-românico, do começo do século 20. Suas sete torres são uma homenagem às sete tribos magiares que fundaram a Hungria.

A construção, impecavelmente desenhada, ganha status de mirante por suas janelas e terraços com vista para o Danúbio e para a deslumbrante obra do Parlamento, do outro lado do rio.

  • Dica: Este é o lugar com a vista mais linda da cidade. Para uma foto especial, procure visitar cedo pela manhã (8h) quando está vazio, ou no final de tarde para assistir ao Parlamento iluminado.
  • Endereço: Szentháromság tér 2, 1014 Budapeste

 

 

Igreja de Matias (Matthias Church)

O bastião serve como um escudo também para a Igreja de Matias e a estátua de seu fundador, Stephen I, montado em seu cavalo. A igreja, que existe desde 1015, hoje é a sétima maior igreja da Hungria, embora tenha sofrido diversas modificações e restaurações ao longo dos séculos. O telhado colorido, feito com cerâmica Zsolnay, faz parte da identidade única de alguns prédios húngaros. Bem, com estilo gótico e teto colorido, já dá pra perceber que essa igreja foge do tradicional. Sem dúvidas, merece uma visita!

  • Endereço: Szentháromság tér 2, 1014 Budapeste

 

 

O que fazer em Budapeste: relaxar nas águas termais

Piscina interna do Gellért

Casa de Banho Gellért

Os banhos termais, que existem desde os tempos romanos e se consolidaram principalmente durante a ocupação otomana, são parte da identidade cultural de Budapeste. Além de suas propriedades terapêuticas e da experiência relaxante, as águas termais propiciam uma viagem ao tempo: muitas das casas de banho datam dos séculos 16 e 17. Dentre as termas mais famosos estão Széchenyi Baths, Rudas Baths, Király Baths e a que visitei, Gellért Baths.

A razão de eu ter visitado a Gellért se deu principalmente pela localização. Ela fica próxima do centro da cidade, no pé da Ponte da Liberdade e perto dos passeios citados acima. Além disso, nela é permitida a entrada de homens e mulheres (algumas casas possuem restrições de dias e horários para cada gênero).

Gellért foi construída entre 1912 e 1918 e não é uma das mais antigas da cidade. Mas, por outro lado, é uma das mais bonitas com sua arquitetura em estilo Art Nouveau bem preservada, com colunas de mármore, grandes estátuas, vitrais e mosaicos coloridos. Outro diferencial é a piscina de ondas particularmente divertida na área externa.

  • Dicas: 
    • Inclua a ida à casa de banho no final de um dia de passeio para descansar! No verão, escurece tarde, o que possibilita que você saia e ainda aproveite as luzes da cidade. Já no inverno escurece cedo, quando você pode descansar do frio pesado;
    • Leve toalha e chinelo, mas, caso esqueça, saiba que é possível alugar na hora;
    • Se estiver viajando com mais de duas pessoas, alugue a cabine ao invés do armário. A cabine é como se fosse um quartinho, dá pra se trocar com mais privacidade;
    • Cuidado com as coisas de valor; se preferir, leve sua bolsa com você;
    • Para entrar na piscina interna (a da foto), é preciso usar touca de natação.
  • Valor: Todos os detalhes de entrada (que varia entre 5600 e 6200 HUF, de 78 a 87 reais) e serviços complementares podem ser encontrados no site oficial
  • Endereço: H-1118 Budapest, Kelenhegyi út 4.

 

O que conhecer no lado Peste

Basílica de Santo Estêvão (St. Stephen’s Basilica)

Ao caminhar pelas ruas do centro, a edificação da Basílica chama a atenção. Não é por menos: sua altura é exatamente igual a do Parlamento (96 m), o que nos mostra a igualdade dos poderes religioso e político. E o curioso é que nenhum outro prédio em Budapeste pode ultrapassar essa altura.

Parlamento de Budapeste

Chegamos à atração mais esperada de Budapeste. O edifício, situado à beira do rio Danúbio, é o terceiro maior parlamento do mundo, depois do da Romênia e da Argentina. Não tem quem não se impressione com a riqueza de detalhes da construção. Por isso, recomendo admirá-lo de vários ângulos: do alto da Colina de Buda, de barco à noite e do seu interior, por meio da visita guiada.

Construído entre 1885 e 1904, o Parlamento de Budapeste se tornou o símbolo da capital húngara não somente pelo seu tamanho – quase 18.000 metros quadrados – mas também por causa de sua simetria, detalhada decoração interna e diversidade de estilos arquitetônicos. Como muitos já devem imaginar, este é o prédio mais caro já construído na Hungria.

  • Algumas curiosidades: 
    • O projeto da obra foi resultado de uma competição entre arquitetos;
    • Sua inauguração aconteceu em 1896, no aniversário de 1.000 anos da cidade;
    • São 691 cômodos, 10 pátios, 27 portões and 29 escadas;
    • As paredes do lado de fora são decoradas com estátuas das figuras mais importantes da história da Hungria;
    • Apesar do tamanho colossal, o tour guiado demora apenas 45 minutos.
  • Endereço: Kossuth Lajos tér 1-3, 1055

 

Memorial dos Sapatos Judeus à Beira do Danúbio

O memorial é uma representação dos sapatos deixados para trás pelos judeus, antes de serem executados e terem seus corpos levados pela correnteza do Danúbio. Como dito no início do texto, a cidade carrega em sua história momentos devastadores da invasão nazista durante a Segunda Guerra Mundial.

Para quem se interessa por essa parte da história, dois passeios com esse enfoque são o  Walking tour sobre o comunismo e a visita à Casa do Terror, que, embora o nome lembre essas atrações dos parques de diversão é, na realidade, um museu com registros das barbaridades cometidas no período mais sombrio da história do país. Lá você encontra fotos, objetos, esculturas e exposições, divididas em quatro andares de museu.

 

Great Market Hall

Ao contrário de outros mercados na Europa, que podem parecer mais turísticos, como o La Boqueria, em Barcelona, o Great Market Hall é um lugar muito frequentado também pelos moradores locais. É um ótimo passeio, sobretudo nos dias frios e chuvosos.

O lado externo do prédio lembra uma obra de Gaudí, com telhados coloridos de porcelana Zsolnay; internamente, sua estrutura de ferro imita uma estação ferroviária francesa. É um lugar espaçoso e cheio de lojas.

No primeiro andar você encontra frutas, verduras e produtos locais – destaque para a páprica e o vinho húngaro. No andar de cima, há lojas de souvenires e restaurantes e, no porão, menos frequentado, peixarias e açougues.

Estando lá, não deixe de experimentar o Lángos, uma massa frita com diferentes coberturas.

  • Endereço: Vámház krt. 1-3, 1093 – no pé da Ponte da Liberdade

 

O que fazer em Budapeste: tour gastronômico no Great Market Hall

Início do Tour Gastronômico com Langós e Unicum, um liquor húngaro. Local: Market Hall