Foi-se o tempo em que brasileiros torciam o nariz para a ideia de viajar a terrinha. A antipatia causada pela herança histórica não faz mais sentido. Portugal está na moda! E Lisboa, por ser a capital, é um dos destinos mais procurados do país. A diversidade de atrações, somada à saborosa gastronomia e ao baixo custo, tornam a cidade uma alternativa de viagem perfeita para qualquer turista.

Quer ver? Bem, se são atrações históricas da ligação entre Portugal e Brasil que você busca, Lisboa é prato cheio. Prefere só perambular pela cidade? Lisboa é cheia de bairros tradicionais e autênticos. Gosta mesmo mesmo é de ir à caça do pôr do sol? Saiba que Lisboa está situada, estrategicamente, em meio a sete colinas. Ao final da noite tudo que você quer é um simples boteco? Adivinhe só, Lisboa nasceu pra isso.

Uma viagem para cá é a oportunidade perfeita para resgatar os ensinamentos da escola e, ao mesmo tempo, se surpreender com tudo aquilo que você não aprendeu sobre Portugal e os portugueses. Para saber o que fazer em Lisboa, primeiro é preciso ter uma noção sobre a divisão dos bairros. Cada um deles possui suas particularidades e rende horas de passeio.

Quando for a hora de voltar pra casa, imagino que você estará estudando as possibilidades da vida para se tornar mais um brasileiro a vir morar às margens do Tejo. Duvida? Acompanhe esse post, viaje para lá e, na volta, me diga se essa não é uma das cidades mais incríveis da Europa!

 

O que fazer em Lisboa: BAIXA

Basta olhar o mapa mais atentamente para perceber que a Baixa, o miolo do que é considerado a área central de Lisboa, tem ruas paralelas alinhadas, ao contrário de boa parte do restante da cidade. Não é mera coincidência. Em 1755, um terremoto, seguido de uma tsunami e de múltiplos incêndios, destruiu essa região quase por completo.

O que sobrou foi posto abaixo, e a Baixa, como um todo, foi reconstruída do zero. Marquês de Pombal foi o responsável pelo plano, tanto que a zona ainda hoje é conhecida como Baixa Pombalina. Imagine que, ao contrário de outras construções da cidade, nada aqui tem mais do que 260 anos. Caso tenha interesse pela história da cidade, visite o Lisbon Story Centre, uma exposição interativa na Praça do Comércio.

Aliás, essa imponente praça é um excelente ponto de partida. Do gigantesco largo já se vê o Arco da Rua Augusta, que leva à rua de mesmo nome e dá acesso, de fato, à Baixa. Seguindo pela Augusta ou por ruas paralelas chega-se à Praça D. Pedro IV, mais conhecida como Praça do Rossio. Cercada por lojas, bares e cafés tradicionais, está ao lado da bela Estação Rossio, de onde partem os trens para Sintra.

 

Elevador de Santa Justa

A clássica ligação entre a Baixa e o bairro elevado do Chiado é através do Elevador de Santa Justa. Em 1902, quando essa construção neogótica foi inaugurada, servia como transporte público entre os dois bairros — hoje, é essencialmente um serviço turístico. Na parte de cima do elevador, um mirante proporciona uma vista 360º de Lisboa. Daqui é possível ver vários bairros do entorno, o Castelo de São Jorge e o rio Tejo.

  • Endereço: Rua de Santa Justa | Rua do Carmo
  • Horário de funcionamento: todos os dias, das 9h às 23h
  • Quanto custa? €5 (elevador) | €1,50 (mirante)
  • Site oficial

  

 

 

O que fazer em Lisboa: CHIADO & BAIRRO ALTO

Na porção mais alta do centro de Lisboa estão outras duas áreas conhecidíssimas, Chiado e Bairro Alto. Embora estejam lado a lado e, em certos momentos, as ruas de ambos se confundam, cada qual detém suas próprias referências na capital portuguesa. Se perambular pelo Chiado é programa fundamental para o dia, perder-se em meio à muvuca boêmia do Bairro Alto é o programa clássico da noite.

Quer saber o que está na moda em Lisboa? Venha ao Chiado. É aqui que novidade e tradição dividem a calçada. As galerias de arte, somadas aos cafés, bares e restaurantes, dão o toque final ao charme da região. Dê uma passada na Bertrand, a mais antiga livraria em funcionamento do mundo (de 1732), no clássico Café À Brasileira e na sua estátua de Fernando Pessoa, antigo frequentador.

Durante o dia, o Bairro Alto parece apenas mais um simpático bairro lisboeta de becos e sacadas. À noite, quando os bares abrem as portas, tudo muda. E, dado o tamanho diminuto desses bares, as pessoas tomam conta das ruas. Ao brasileiro, acostumado a essa mesmo lógica nas pequenas e grandes cidades do país, não tem cenário melhor para se sentir em casa.

 

Ascensor da Bica

Sabe aquela imagem clássica de Lisboa? Rua estreitinha, casario histórico e um bondinho amarelo e branco subindo uma ladeira? Pois é, muito provavelmente você está visualizando o Ascensor da Bica, se erguendo ao longo dos 283m da Rua da Bica de Duarte Belo. O funicular, em funcionamento desde 1892, de tão tradicional e característico, já é considerado Patrimônio Nacional. Faça o curto passeio e conheça o entorno no percurso entre Bairro Alto e Cais do Sodré.

  • Endereço: Rua de S. Paulo 234
  • Quanto custa? €3,70
  • Horário de funcionamento: todos os dias das 7h às 21h
  • Site oficial

 

 

Igreja do Carmo

Andando pelo Chiado, uma construção em ruínas logo chama atenção. É o que sobrou da Igreja do Carmo após o terremoto de 1755, que quase destruiu Lisboa por inteiro. Datada do século 14, essa era a principal igreja gótica da cidade até então. Por aqui hoje funciona o pequeno Museu Arqueológico do Carmo e, de vez em quando, rolam sessões de cinema em meio aos arcos que resistiram à tragédia.

  • Endereço: Largo do Carmo
  • Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 10h às 18h
  • Quanto custa? €4
  • Site oficial

 

Miradouro de São Pedro de Alcântara

O melhor ângulo de Lisboa a partir desses lados da cidade é o visto a partir do Miradouro de São Pedro de Alcântara. E não só por conta do visual, mas também do espaço, um terraço ajardinado com direito a fontes e esculturas, agradável de ser visitado de dia e de noite. A chegada até o mirante também pode ser das mais clássicas: a bordo do elevador da Glória, em funcionamento desde 1875.

  • Endereço: R. de São Pedro de Alcântara, 1200-470
  • Preço: elevador da Glória €3,70 | mirante grátis
  • Horário de funcionamento: elevador, das 8h às 23h | mirante 24h

 

O que fazer em Lisboa: CAIS DO SODRÉ

Num passado não muito distante, o Cais do Sodré era uma típica área portuária marginalizada. De uns anos pra cá, com a repaginação do Mercado da Ribeira, o surgimento de hotéis bacaninhas, o incentivo de órgão públicos e da comunidade como um todo, o lugar se transformou. Hoje é para o Cais do Sodré que lisboetas e turistas se dirigem à noite, depois que os barzinhos do Bairro Alto fecham as portas.

O endereço que marca essa transformação é a Rua Nova de Carvalho. Se no passado era conhecida como a “rua das casas de luz vermelha”, no presente é referenciada como “a rua rosa”, já que parte do asfalto foi pintada dessa cor. Por aqui e nos arredores, você vai encontrar vários barzinhos, alguns ainda fazendo alusão direta ao passado infame do Cais do Sodré. Venha após às 2h da manhã e comprove o agito da área.

 

Mercado da Ribeira

Anos atrás, era esse o mercado de frutas e verduras mais tradicional da cidade. Até que perdeu o posto para a concorrência e caiu em crise. A reviravolta não para por aí: a revista Time Out, após ganhar concessão de uso parcial do espaço em um concurso público, reuniu um punhado de conceituados restaurantes portugueses destacados na publicação e, voilà!, em 2014 nascia o mercado gastronômico mais concorrido de Lisboa.

  • Endereço: Av. 24 de julho 49
  • Horário de funcionamento: domingo a quarta, das 10h às 0h | quinta a sábado, das 10h às 2h

 

 

O que fazer em Lisboa: ALFAMA

Ruas estreitas, fachadas coloridas, sacadas com roupas penduradas, pequenas mercearias, pitorescos restaurantes e inúmeras casas de fado. Alfama é o bairro lisboeta por excelência. Fundado pelos árabes na Idade Média, sobreviveu quase intacto ao terremoto de 1755 graças à sua localização, a colina mais alta de Lisboa. Ainda hoje mantém as características de um lugar que vive no seu próprio tempo e ritmo.

 

 


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Castelo de São Jorge

Ser a atração mais visitada de Portugal é um título e tanto, e o Castelo de São Jorge o detém por bons motivos. Como está no ponto mais alto da cidade, é visto a partir de qualquer mirante e, dada sua imponência, não passa despercebido. Tudo bem, a intenção nunca foi essa. Erguido no século 11 pelos mouros, desempenhou diferentes funções ao longo dos séculos: de defesa militar a paço real, de prisão a atração turística.

Dos jardins do castelo, das onze torres ainda conservadas e dos caminhos que levam de uma a outra: aqui está uma das vistas panorâmicas mais impressionante de Lisboa. Dedique um tempo para conhecer a exposição permanente, que reúne peças arqueológicas encontradas no castelo. Venha de manhã cedo, pela chance de vê-lo mais vazio, ou no cair da tarde, pelo pôr do sol.

  • Endereço: Rua de Santa Cruz do Castelo
  • Horário de funcionamento: março – outubro, das 9h às 21h | novembro – fevereiro, das 9h às 18h
  • Quanto custa? €8,50
  • Site oficial

 

Museu do Fado

Se você nunca tenha ouvido falar de fado, saiba que esse é o gênero musical símbolo da cultura portuguesa. De tão importante, já se tornou Patrimônio Mundial. O Museu do Fado trata, de forma didática e interativa, sobre a história e os intérpretes mais famosos do ritmo; o áudio guia (já incluso na entrada) torna a visita mais enriquecedora. Prato cheio para quem gosta de entender a cultura local!

  • Endereço: Largo do Chafariz de Dentro
  • Horário de funcionamento: terça a domingo, das 10h às 18h
  • Quanto custa? €5
  • Site oficial

 

Feira da Ladra

Todo frequentador de uma boa feira de antiguidades deve dedicar umas horinhas para perambular pela Feira da Ladra. A mais antiga de Lisboa, acontece ao redor do Panteão Nacional duas vezes por semana. Entre relíquias e badulaques, se encontram também bijuterias, roupas, livros, vinis e outros itens, novos e usados. Tudo a preço de banana!

  • Endereço: Campo de Santa Clara
  • Horário de funcionamento: terças e sábados, das 8h às 16h
  • Quanto custa? Grátis


Eléctrico 28

Bastam alguns poucos euros para se viver uma das experiências mais bacanas de Lisboa: um passeio a bordo de um tradicional bonde português. Essa linha se diferencia não somente pelo vagão antigo, com o interior de madeira preservado, mas também pelo seu percurso: passa pelos mais tradicionais bairros históricos.

O bonde parte da Praça Martim Moniz, cruza o Chiado, contorna a Praça do Comércio e sobe sacolejando as ladeiras de Alfama, onde passa pela Sé de Lisboa e pelo Miradouro de Santa Luzia. De lá ruma para a Graça, onde outros dois mirantes fazem a alegria dos turistas, os Miradouros da Graça e da Senhora do Monte, e para a região da Estrela, que se destaca pela Casa Fernando Pessoa. Depois, o eléctrico segue ainda até Campo Ourique, mas ali já são poucos os pontos de interesse turístico.

  • Ponto de partida: Praça Martim Moniz
  • Ponto final: Campo Ourique
  • Tempo de trajeto: 40min-1h
  • Quanto custa? €2,90


Miradouro de Santa Luzia

É difícil resistir à tentação de desembarcar do bonde 28 ao se deparar com esse mirante. Situado ao lado de uma modesta igrejinha, oferece uma vista de tirar o fôlego para a região de Alfama e para o Tejo. O jardim colorido, os tradicionais azulejos portugueses e a frequente presença de música faz deste um dos miradouros mais charmosos da cidade.

Endereço: Largo de Santa Luzia
Quanto custa? Grátis
Horário de funcionamento: aberto 24h

 

 

Fundação José Saramago

Junte numa mesma atração uma casa histórica de adornamento peculiar e o memorial de um célebre escritor e logo terá a Fundação José Saramago. A Casa dos Bicos, construída no século 16, é conhecida pela talha em pedra em formato de bicos. Bem, a proposta original é que se parecesse com diamantes, já que a inspiração era o Palácio dos Diamantes, na Itália, mas adivinhe só, a população via apenas… bicos!

A exposição permanente trata da obra completa de José Saramago e inclui exemplares de todas as suas obras, bem como agendas e manuscritos com suas anotações. Estão expostos também fotos, vídeos, entrevistas e até o Prêmio Nobel dado ao português, em 1998. No espaço funciona ainda loja, livraria, auditório e biblioteca. Visita imperdível para quem já leu alguns dos livros do autor.

  • Endereço: Rua dos Bacalhoeiros
  • Horário de funcionamento: segunda a sábado, das 10h às 18h
  • Quanto custa? €3
  • Site oficial

 

 

O que fazer em Lisboa: BELÉM

Não há lugar melhor para entender o contexto das Grandes Navegações do que Belém. Nesse bairro de Lisboa, outrora uma localidade independente, funcionava o porto de onde partiam as embarcações rumo aos demais continentes – inclusive, foi daqui que a corte portuguesa partiu para o Brasil, em 1807. Hoje rende um agradável passeio pelas atrações que são testemunhas do passado áureo de Portugal.

 

Torre de Belém

Construída no começo do século 16 para proteger as embarcações portuguesas na barra do rio Tejo, a Torre de Belém é símbolo máximo não só de Lisboa, mas de todo o país. Ao longo dos séculos teve diferentes funções, de forte a prisão, e, por sua importância histórica e arquitetônica, foi declarada Patrimônio Mundial da Unesco em 1983.

A vista que se tem da área em torno da torre já é belíssima, mas adentrando o espaço é possível ver com detalhes a fachada, de estilo manuelino e com uma infinidade de simbologias que remetem à história do país, e os espaços internos, a exemplo da sala do governador, da sala dos reis e da capela. Do terraço da torre se avista o rio Tejo, o bairro de Belém e algumas outras ações, como o Mosteiro dos Jerónimos.

  • Endereço: Av. Brasília
  • Horário de funcionamento: todos os dias, das 10h às 17h30
  • Quanto custa? €6 | ingresso combinado com Mosteiro dos Jerónimos, €10
  • Site oficial


Padrão dos Descobrimentos

Em 1960, por ocasião dos 500 anos da morte de Dom Infante Henrique I, o rei mais importante do período das Grandes Navegações, foi erguido o Padrão dos Descobrimentos, um monumento em formato de nau que homenageia algumas das figuras históricas da expansão ultramarina. Na proa está Dom Henrique e, nas laterais, outros de nossos velhos conhecidos, como Pedro Álvares Cabral e Vasco da Gama.

No chão, uma enorme rosa dos ventos de 50m de diâmetro, presente do governo da África do Sul, colore a entrada do Padrão. No detalhe se vê o mapa mundi e as principais rotas de navegações feitas pelos portugueses ao longo dos séculos. Adentrando o monumento se tem acesso a um miradouro a 56m de altura e a um espaço de exposições no subsolo.

  • Endereço: Av. Brasília
  • Horário de funcionamento: março à setembro, todos os dias das 10h às 19h | outubro a fevereiro, de terça a domingo das 10h às 18h
  • Quanto custa? €6
  • Site oficial

 

Mosteiro dos Jerónimos

Exemplo máximo do estilo arquitetônico manuelino e testemunho absoluto do poder de Portugal durante o século 16. Esses são dois dos principais títulos que cabem ao Mosteiro dos Jerónimos, construção iniciada em 1501 e finalizada quase um século depois, declarada Patrimônio Mundial da Unesco em 1983 e, atualmente, uma das atrações mais visitadas de Lisboa.

A fachada merece ser apreciada detalhadamente, em virtude das menções à história de Portugal, assim como o interior, que abriga a Igreja Santa Maria de Belém e o claustro (espaço de meditação e descanso dos monges), ao redor de um pátio interno. É no mosteiro que estão enterradas importantes figuras portuguesas, como o navegador Vasco da Gama e os poetas Luís de Camões e Fernando Pessoa.

  • Endereço: Praça do Império
  • Horário de funcionamento: todos os dias, das 10h às 17h30
  • Quanto custa? €10
  • Site oficial

 

Antiga Confeitaria de Belém

Em qualquer outro lugar de Portugal e do mundo, o famoso doce português é chamado de pastel de nata. Isso porque pastel de Belém mesmo é somente o fabricado aqui, na Antiga Confeitaria de Belém. A receita, criada em 1837 pelos monges do Mosteiro dos Jerónimos, ainda hoje é mantida em segredo, sendo de conhecimento apenas dos mestres pasteleiros. Venha, encare a fila e prove-os ainda quentinhos!

  • Endereço: Rua de Belém 84-92
  • Horário de funcionamento: todos os dias, das 8h às 23h
  • Quanto custa? €1,10 cada pastel de Belém
  • Site oficial

 

 

O que fazer em Lisboa: PARQUE DAS NAÇÕES

A região do Parque das Nações, antiga área industrial, foi completamente repaginada para que Lisboa pudesse sediar a EXPO’98. O tema da Exposição Internacional foi “Os oceanos: um patrimônio para o futuro”, justamente no ano em que Portugal comemorava 500 anos das Grandes Navegações. Ao longo de 5 km de extensão, às margens do Tejo, está a Lisboa moderna.

 

Oceanário de Lisboa

Eis aqui o maior legado da EXPO’98. Esse oceanário, por duas vezes considerado o melhor do mundo, possui mais de 30 aquários e abriga mais de 8.000 organismos de 500 espécies diferentes. O grande destaque é o aquário central: um gigantesco espaço de 5 milhões de litros d’água, do chão ao teto, que, unindo o habitat dos quatro oceanos, traz a ideia de um oceano só.

Para quem viaja com crianças, a visita ao Oceanário de Lisboa é obrigatória. E se esse não for o caso, mesmo assim considere ir até lá. Os dois prédios que compõem a atração, o Edifício dos Oceanos e o Edifício do Mar, carregam o conceito das águas em seu desenho arquitetônico. E a proposta do local como um todo, em função da educação e da preservação, merece ser incentivada.

  • Endereço: Esplanada Dom Carlos I
  • Horário de funcionamento: todos os dias, das 10h às 19h
  • Quanto custa? exposição permanente €15  | permanente e temporária €18
  • Site oficial

 

Telecabine Lisboa

Para apreciar a vista da região de cima, que tal um passeio pelos ares? A estação sul da telecabine (como  curiosamente chamam teleférico em Portugal) está logo ao lado do Oceanário. O trajeto até a estação norte é curtinho, apenas 1.200m de distância em 8 minutos de viagem, mas o visual compensa. Do alto se avista todo o Parque das Nações, o rio Tejo e a ponte Vasco da Gama, que liga Lisboa ao município de Montijo.

  • Endereço: Passeio das Tágides
  • Horário de funcionamento: todos os dias, das 10h às 18h
  • Quanto custa? Ida e volta €5,90 | só ida €3,95
  • Site oficial

Foto de Bernswaelz, via Pixabay

 

Alguns dos passeios com melhores avaliações em Lisboa

E aí, quem já tá louco para conhecer a terrinha?